sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Ateliê: Bordado mexicano, faça a sua inscrição

Há doze anos a RPPN Reluz vem cuidando da natureza e do bem-estar animal no ES. Os trabalhos realizados no Ateliê RPPN Reluz, localizado em Jardim da Penha, Vitória/ES, apoiarão os projetos e ações da Reserva Ambiental Reluz.

Oficina Vivencial de Bordado Mexicano tem caráter terapêutico e propõe mais que, simplesmente, se aprender uma técnica, antes, busca-se fazer da arte um caminho de descobertas do próprio potencial criativo, para espantar a tristeza e experimentar novas possibilidades de expressividade e convívio criativo. 
A Oficina contará com 12 encontros, com turmas  pequenas, atendimento personalizado e o bônus do atendimento floral para quem desejar.  

Os encontros acontecerão no Ateliê RPPN Reluz, e serão semanais, com turmas na quarta e na quinta-feira. 

Quartas-feiras
Grupo manhã- 9h às 11h
Grupo tarde- 15h às 17h

Quintas-feiras
Grupo tarde- 15 às 17h
Grupo noite- 19 às 21h


O investimento mensal será R$ 310,00, 
sendo o valor da inscrição R$ 60,00.

O pagamento da inscrição deve ser feita no Banco do Brasil 

Conta para depósito da inscrição:

Banco do Brasil
Código do Banco do Brasil: 001 (para TED)
Agencia: 3193-3
Conta corrente: 31917-1
(CPF: 031.448.157-56-Renata Oliveira Bomfim)

O comprovante deve ser enviados para o whatsapp (27) 99574-7410 ou para o e-mail renatabomfim2006@gmail.com


O Ateliê RPPN Reluz está localizado na Rua Darci Grijó, 50. 
Ed. Madison Office Tower, Sala 408. 
Jardim da Penha, Vitória/ES (em frente à UFES).

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

A Reserva Natural Reluz inaugura, em janeiro de 2020, o Ateliê RPPN Reluz: arte, pesquisa e sustentabilidade, em Jardim da Penha, Vitória/ES



Em 2003 idealizamos um espaço terapêutico que tratasse de forma integrada e multidisciplinar pessoas em sofrimento psíquico, a esse sonho se juntaram um grupo competente de profissionais de saúde mental e esse trabalho pioneiro se estendeu até 2007. Após alguns anos dedicados à pesquisa acadêmica e à docência inauguramos, em Jardim da Penha, o Espaço Terapêutico Arte (ESTARTE) que contou com a inserção de novas oficinas e, posteriormente, de atividades mediadas pelo yoga e a meditação tradicional indiana. Em 2020 o ESTARTE passa a chamar-se ATeliê RPPN Reluz, reafirmando o seu DNA ambiental e ecológico e integrando-se às atividades realizadas na Reserva Natural Reluz. 

O Ateliê RPPN Reluz é um espaço para convivência, produção e reflexão, destinado a pessoas e grupos de variadas idades, e apoia-se na ideia de que não há equilíbrio psíquico e emocional sem uma adequação no viver que leve ao caminho da sustentabilidade. O Ateliê RPPN Reluz inicia  as atividades no dia 15 de janeiro de 2020.

A primeira Oficina Vivencial oferecida será a de Bordado Mexicano, com turmas nas terças e nas quintas-feiras. saiba como se inscrever no link: 


terça-feira, 24 de dezembro de 2019

A Reserva Natural Reluz deseja a todos(as) Feliz Natal e um 2020 repleto de realizações!



A Reserva Natural Reluz 
deseja aos amigos(as) e colaboradores(as) 
Feliz Natal 
e um próspero 2020.

Reserva Natural Reluz realiza campanha, na BR 101, alertando motoristas sobre a questão do atropelamento de animais silvestres nas estradas do Espírito Santo/ES



A Campanha "Reluz na estrada", realizada na BR 101, alertando os motoristas sobre o alto índice de atropelamento nas rodovias do ES e a necessidade de uma mudança de comportamento ao volante, aconteceu no dia 16 de dezembro de 2019 e foi um sucesso.

Essa ação de educação para a vida não seria possível sem a o apoio da PRF/ES, a quem somos imensamente agradecidos, em especial ao policial rodoviário federal e educador Adriano Bom Jesus, que acolheu o projeto nos dando total estrutura para que essa se realizasse. 

Contamos, também, com o apoio da Lei Rubem Braga e da Academia Feminina Espírito-Santense de Letras, que doou obras de autores capixabas para que fossem presenteadas aos motoristas, incentivando a circulação dos bens culturais da terra. O fotógrafo Leonardo Merçon, do Instituto Últimos refúgios, permitiu que fizéssemos uso de suas fotografias que retaram de forma comovente a triste realidade dos animais nas rodovias do ES, nossa gratidão.


Observamos que essa ação, dialógica e não coercitiva, foi potencializada com a distribuição dos livros dos escritores capixabas. Vimos pessoas que, ao primeiro momento, se mostraram um pouco resistentes a parar o carro serem as últimas a sair do local conversando sobre o tema que propusemos na ação e sobre assuntos variados como os seus destinos de viagem, de onde eram naturais, poesias, contos, alguns disseram que levariam a obra para presentear familiares e outros pediam orientação com relação a que livro levar, o que nos possibilitou um diálogo que colocou no mesmo campo de reflexão o ambiental e o cultural, um dos pilares da educação ambiental realizada pelo Reluz.

Registramos o nosso agradecimento a todos os motoristas e passageiros que se abriram para esse momento de reflexão junto conosco e esperamos que curtam conhecer os autores da terra, pois o ES é celeiro de grandes escritores.

Pretendemos realizar o "Reluz na estrada" também na rodovia 262 e em pontos estratégicos das estradas, no desejo de que essa ação, mesmo que singela frente a grandiosidade da problemática, contribua para a construção de um trânsito mais seguro para humanos e não humanos. 

Renata Bomfim










 


sábado, 14 de dezembro de 2019

Reserva Natural Reluz, em parceria com a PRF/ES, realiza campanha para sensibilizar motoristas e evitar o atropelamento de animais silvestres nas rodovias capixabas.



A Reserva Natural Reluz dedica-se a cuidar do meio ambiente, dando especial atenção ao bem-estar animal. Essa RPPN, de orientação vegetariana, faz do amor pelos seres da floresta uma motivação para o desenvolvimento de variadas ações e projetos de proteção da vida silvestre.
No momento, a Reserva Natural Reluz está pondo em prática o projeto “Revoar”, que consiste na construção de um viveiro de reabilitação e soltura de pássaros silvestres, realizado em parceria com o IBAMA, objetivando reintroduzir na natureza pássaros silvestres apreendidos pela polícia ambiental vítimas de tráfico, atropelamento, cativeiro irregular, ferimentos por linhas de cerol, entre outros tipos de crimes ambientais.
No dia 16 de dezembro de 2019 a Reluz realizará, juntamente com o projeto “Cinema rodoviário”, da PRF/ES, a campanha “Reluz na estrada”, que visa alertar os motoristas sobre as consequências nefastas que o atropelamento de animais traz para o meio ambiente. 
ESSA AÇÃO EDUCATIVA VISA CHAMAR A ATENÇÃO DAS PESSOAS PARA QUE REFLITAM SOBRE O IMPACTO DE SUAS AÇÕES AO VOLANTE, DE FORMA QUE ADOTEM ATITUDES RESPONSÁVEIS NAS ESTRADAS, ESPECIALMENTE NO TOCANTE À ALTA VELOCIDADE, RESPONSÁVEL PELA MORTE DE MILHARES DE ANIMAIS.
 (Foto: Leonardo Merçon/ Instituto Últimos Refúgios)/ Sooretama.


A parceria com a PRF/ES, cujas ações de educação e segurança no trânsito estão alinhadas com os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) propostos pela ONU e visam reduzir o número de acidentes trânsito em 50% até 2020, é um passo importante que Reserva Natural Reluz dá para o fortalecimento de suas ações em prol dos animais silvestres. 
Gestora da Reserva Natural Reluz constata a morte de mais duas aves atropeladas na BR 262.

       Atitudes insustentáveis como não respeitar as normas e leis de trânsito, dirigir alcoolizado ou sob a influência de drogas, não utilizar o cinto de segurança e falar ao celular, fazem com que a taxa de mortes por acidentes no Brasil seja superior as da Europa, América do Norte, Oriente e demais países da América do Sul, segundo relato do Movimento capixaba para salvar vidas no trânsito (Movitran). No Espírito Santo, os dados são alarmantes, em 2015 o estado ocupou a décima terceira posição no ranking de acidentes e, em 2016, o décimo quinto lugar. 
As mortes no trânsito superam as por suicídio e por variadas doenças como HIV, infecções respiratórias, doenças cardíacas e acidentes como o afogamento, superando também as mortes por conflitos entre pessoas e grupos.
ESSA CAMPANHA CHAMA A ATENÇÃO DOS MOTORISTAS PARA O FATO DE QUE NÃO SÃO APENAS AS PESSOAS QUE MORREM NO TRÂNSITO, MILHARES DE ANIMAIS MORREM ATROPELADOS NAS ESTRADAS TODOS OS ANOS E A VIDA DESSES SERES, ASSIM COMO AS HUMANAS, SÃO IMPORTANTES!

 (Foto: Leonardo Merçon / Instituto Últimos Refúgios)/Sooretama.

É sabido que o antropocentrismo marcou a história do mundo ocidental, relegando a natureza e, especialmente aos animais, um lugar inferior ao do ser humano. O historiador José Teixeira de Oliveira na obra História do Estado do Espírito Santo (2008) nos faz saber que em 1551, quando aportaram na capitania do Espírito Santo os primeiros Jesuítas, mais de 90% do território era coberto por Mata Atlântica, Padre Afonso Brás teria dito:  "Es esta tierra donde al presente estoy, la mejor e más fertil de todo el Brasil". De lá para cá, a ganância, a crueldade, a ambição e o individualismo excessivo fizeram com que o patrimônio natural capixaba fosse delapidado. Resta pouco da Mata atlântica e esse remanescente, cerca de 8%, e seus habitantes, verdadeiros sobreviventes, são preciosos e precisam ser protegidos.
Vivemos um momento de extrema importância para o planeta, defender a vida silvestre é defender a nós mesmos, esse é um momento oportuno para as pessoas refletirem sobre os impactos de suas ações, valores e se reconhecerem parte da natureza também. 
Preguiça resgatada às margens da BR 262 pelos gestores da Reserva Natural Reluz. 

No Espírito Santo, as rodovias federais passam próximas a Reservas ambientais públicas e privadas, a BR 101, ao norte, literalmente atravessa a Reserva Biológica de Sooretama, atropelando muitos animais que necessitam, por variados motivos, - alimentação, acasalamento, entre outros-, se deslocarem. É alarmante o número de animais atropelados nas rodovias federais do Espírito Santo e esse assunto precisa passar a fazer parte das discussões que envolvem a engenharia e as ações de educação para o trânsito. 
 A problemática do atropelamento de animais silvestres se estende, também, para animais domésticos como cães e gatos, que são abandonados nas rodovias e também acabam sendo atropelados.

Grande número de animais atravessam a pista da BR-101 (Foto: Leonardo Merçon / Instituto Últimos Refúgios) Sooretama.

A sustentabilidade no trânsito depende da atitude de cada cidadão, as escolhas conscientes ao volante farão das rodovias brasileiras um local seguro para vidas humanas e não humanas.
A CAMPANHA “RELUZ NA ESTRADA”, DESEJA CHAMAR A ATENÇÃO PARA ESSA REALIDADE QUE AMEAÇA SERIAMENTE A FAUNA CAPIXABA e conta com o apoio da lei Rubem Braga, da Prefeitura Municipal de Vitória e da Academia Feminina Espírito-Santense de Letras (AFESL), que doaram livros de autores capixabas para serem ofertados para os motoristas que participarem dessa campanha. 
Além de sensibilizar motoristas e passageiros para a importância de que cada cidadão se envolva com a proteção da vida silvestre, levando em conta o valor da vida dos animais e seu direito à existência, a campanha cumpre o papel de divulgar obras produzidas no Espírito Santo, dando visibilidade a variados escritores e escritoras capixabas, que serão lidos durante a viagem e também quando os leitores chegarem aos seus destinos.
Os livros serão ofertados como presentes de natal  e essa ação acontecerá juntamente com o “Cinema Rodoviário”, que exibirá campanhas recentes de prevenção a acidentes no trânsito. 
A parceria entre a Reserva Natural Reluz e a PRF/ES, por meio dessa ação  integrada que envolve cultura, meio ambiente e segurança pública, se apoia na crença comum na força da linguagem da arte e no poder transformador da educação sobre o ser humano.


AGRADECIMENTOS:

A Reserva Natural Reluz agradece a PRF/ES, em especial ao policial Adriano Bom Jesus, por ter acolhido essa campanha dando total apoio para que a mesma se realizasse. Estendemos nossa gratidão ao fotógrafo Leonardo Merçon, presidente do Instituto Últimos refúgios, pela cessão do direito de utilizar as suas fotografias, fruto de um trabalho dedicado desse artista e defensor da natureza. Agradecemos, também, a Lei Rubem Braga, da Secretaria de Cultura da PMV e a Academia Feminina Espírito-Santense de Letras por doarem obras literárias de escritores capixabas para serem ofertadas aos motoristas durante a campanha. Estamos certos que essa união de forças gerará bons frutos. 

sábado, 16 de novembro de 2019

Reserva Particular faz campanha para construir viveiro de soltura de animais (Século Diário)


Viveiro será a base do programa de educação ambiental para reduzir captura e tráfico de animais silvestres

Um sonho que virou realidade e que cresce, agregando mais pessoas que se dedicam a construir um mundo melhor para todas as espécies que vivem nesse planeta. Essa é uma forma de sintetizar a história da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Reluz, que, criada há doze anos, se lança agora para uma nova campanha, de apoio ao Projeto Revoar, voltado à construção de um viveiro de aclimatação para soltura de animais silvestres vítimas da irracionalidade humana. 

O Espírito Santo tem apenas seis dessas estruturas, fundamentais para que esses pequenos seres, muitos ameaçados de extinção, possam de fato se reintroduzirem na natureza, seu hábitat original. 

O viveiro será a base de um programa de educação ambiental mais amplo, que contará com trilha interpretativa, meliponário, minhocário e horta medicinal, aprimorando o trabalho de conscientização já realizado pela Reserva. Para apoiar a campanha, basta fazer uma doação, de qualquer valor. 

A intenção é obter o montante necessário até o próximo 15 de dezembro.  Além da satisfação de saber ter contribuído para uma causa tão importante, os participantes receberão ainda um livro de da gestora da RPPN, Renata Bomfim, que é escritora e presidente da Academia Feminina Espírito-santense de Letras, além de diretora técnica da Associação Capixaba do Patrimônio Natural (ACPN), que reúne os RPPNistas capixabas, proprietários de RPPNs. 

Renata e o marido, Luiz Bittencourt, têm construído todas as obras da RPPN sozinhos até hoje. E um dos motivos que os levou a buscar ajuda para o viveiro é o desejo de engajar mais pessoas na causa. “É uma forma de mostrar que prender um animal silvestre tem consequências para o animal e o meio ambiente e que dá muito trabalho readapta-los”, explica a escritora. “Essa campanha tem nos aproximado de pessoas maravilhosas, solidárias e a obra deixa de ser nossa e passa a ser da coletividade”, diz.

O nome Reluz, explica a RPPNista, nasceu da junção das iniciais dos nomes do casal, Renata e Luiz, e  foi escolhido pelo seu significado de relumbrar, resplandecer, brilhar muito. “Esse termo está alinhado com a ideia de que a vivência com o meio ambiente gera consciência, ilumina as mentes, estimula a adoção de hábitos sustentáveis e ensina valores importantes para a vida”, poetiza Renata . 

Pautada nos valores do vegetarianismo, a RPPN Reluz já realiza um sólido trabalho de educação ambiental na região, voltado a reduzir os maus tratos, o tráfico e os atropelamentos de animais selvagens, principalmente na região de Marechal Floriano, onde a Reserva está localizada.

A Reluz também já recebe animais apreendidos e tratados no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), inaugurado pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em novembro de 2010 e situado no cinturão verde do bairro Barcelona, na Serra. 

O Espírito Santo possui apenas duas estruturas de triagem e tratamento de animais vítimas do tráfico, de maus tratos e atropelamentos. Além do CETAS, existe o Centro de Reintrodução de Animais Selvagens, mais conhecido como Projeto CEREIAS, fundado pela Aracruz Celulose (Fibria/Suzano) em parceria com o Ibama em 1993 em Barra do Riacho, em Aracruz, no litoral norte do Estado. 

Depois de passarem por um dos dois centros, os animais são então encaminhados para áreas de soltura, que são basicamente as unidades de conservação estaduais e as RPPNs. Entre essas áreas, apenas seis possuem viveiros de aclimatação, e a demanda é grande. 

Somente o CETAS, este ano, já recebeu 2,6 mil animais, 85% deles aves, oriundos de apreensões feitas pela Polícia Militar Ambiental, Iema, prefeituras, ou mesmo Polícia Civil e Polícia Federal. 

“O ideal é o viveiro, porque é um lugar de aclimatação. O animal fica no viveiro pra se acostumar ao ambiente antes de ir para a floresta. É o que chamamos de ‘soltura branda’. Depois que ele se aclimata, o viveiro é aberto e o animal é quem decide quando irá sair”, descreve o analista ambiental do Ibama no CETAS de Barcelona Josiano Cordeiro Torezani. “Aumenta o sucesso da soltura”, ressalta.

“Estima-se que haja mais de uma centena de criadouros ilegais que podem ser, a qualquer momento, descobertos pelos órgãos fiscalizadores e terem as suas atividades suspensas, especialmente as aves psitaciformes. Essa realidade descortina um cenário no qual a qualquer momento um grande número de animais possa ser recolhido pela fiscalização, e faltar locais adequados para receber os animais apreendidos”, alerta Renata. 

O tráfico de animais silvestres é o terceiro comércio ilegal mais lucrativo do mundo, depois das drogas e das armas, lembra a ambientalista. Estima-se que um número entre dois e cinco milhões de aves são comercializadas ilegalmente no mundo todos a cada ano e grande parte delas, cerca de 90%, morrem antes de serem vendidas.



Nesse sentido, o projeto Revoar objetiva sensibilizar o público sobre o tráfico de animais e a importância de nunca comprar ou manter aves silvestres como animais de estimação. “Muita pessoa não tem consciência de que ao comparem um desses animais está cometendo um crime ambiental e um crime contra a vida e a liberdade, pois é incalculável o prejuízo causado à natureza, pois as aves tem um papel fundamental na disseminação das sementes e equilíbrio do meio ambiente”, adverte a escritora e RPPNista. 

Para escolher a forma de apoiar a campanha do Projeto Revoar, acesse o site da RPPN RELUZ para obter o número de conta bancária, picpay e endereço do financiamento coletivo. 





FONTE: Século Diário (16/11/2019)

Projeto Revoar, da Reserva Natural Reluz.